A evolução das velas

A evolução das velas

A história das velas remete a cerca de 50.000 a.C.

Produzidas, inicialmente, de sebo animal, durante milênios, a fabricação de velas se manteve com variações de materiais que geravam muita fumaça e fuligem.

Na segunda metade do século XIX, com o início da exploração do petróleo e a descoberta de seus subprodutos, Carl Ludwig Freiherr von Reichenbach – industrial, químico, naturalista e filósofo alemão, descobriu a parafina.

Por ser mais dura e menos gordurosa que o sebo, a parafina se tornou o principal ingrediente das velas.

Sua combinação com a estearina – substância de origem animal ou vegetal, deu origem às velas muito parecidas com as fabricadas atualmente.

Após a 2ª Guerra Mundial, foi desenvolvida a parafina sintética, utilizada como base para ceras e os mais diversos plásticos.

Esta substância passou a ser o principal ingrediente da indústria de velas, que evoluiu e ampliou o seu cardápio de produtos, apresentando-se sob várias formas, cores e aromas.

Recentemente, com o avanço da ciência e de seus estudos sobre os agentes poluidores da atmosfera, foram detectados níveis elevados de fuligem emitidos pela parafina, derivado tóxico do petróleo, utilizado na composição da maioria das velas, responsável pelo risco à saúde.

Este problema pode ainda se agravar quando as velas à base deste combustível fóssil são utilizadas em ambientes fechados.

Somente em 2010, a indústria dinamarquesa concentrou investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D), inovou e criou as velas Klar, aliando a força da natureza ao estudo científico de alto nível, chegando a um composto natural de bio-óleos vegetais “palm kernel” proveniente de florestas de manejo sustentável, um produto que não oferece risco à saúde e não compromete a segurança ecológica. Acreditamos na força da inovação para a preservação da vida e do planeta.

Fonte: História das velas: http://www.espacojames.com.br/?cat=19&id=10260

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